Prefeitura de Itapecerica da Serra inicia cadastramento casa a casa no Horizonte Azul I e II para regularização fundiária
A Prefeitura de Itapecerica da Serra, por meio da Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano, em parceria com o Departamento de Regularização Fundiária e a empresa R3S Regularização e Registro, iniciará nos próximos dias o cadastramento domiciliar dos moradores dos bairros Horizonte Azul I e II.

No último sábado, dia 27, a Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano, realizou a primeira reunião com os moradores dos núcleos, dando início a mais uma etapa do processo de Regularização Fundiária Urbana (REURB).
O encontro, que aconteceu na Unidade Básica de Saúde do bairro, teve o objetivo de apresentar à comunidade as informações iniciais sobre o processo de legalização, esclarecer dúvidas e orientar os moradores das ruas Marginal, Joaquim Veríssimo Silva e Cláudio Cordeiro Neto sobre as próximas etapas que serão desenvolvidas ao longo do projeto.
Durante a reunião, a equipe técnica da Prefeitura explicou os procedimentos necessários para o cadastramento das famílias, o levantamento da documentação e demais ações indispensáveis para a continuidade dos trabalhos de regularização dos imóveis.
Durante a reunião, a equipe técnica da Prefeitura explicou os procedimentos necessários para o cadastramento das famílias, o levantamento da documentação e demais ações indispensáveis para a continuidade dos trabalhos de regularização dos imóveis.
A ação contou com a presença do secretário da pasta Rogério Silva e dos vereadores Alex Napoleão e Gustavo Mariani.
Conheça o processo de Regularização Fundiária Urbana (REURB)
As equipes realizarão visitas de casa em casa para coletar e digitalizar a documentação necessária diretamente no sistema, tornando o processo mais ágil e seguro. Não será necessário apresentar cópias dos documentos, apenas os originais no momento do atendimento.
Para facilitar o cadastramento, os moradores devem deixar separados os seguintes documentos:
Do imóvel (se possuir):
Contrato de compra e venda, recibo, cessão de direitos ou outro documento de posse;
IPTU, cadastro imobiliário ou carnê;
Conta de água, energia elétrica ou outro comprovante vinculado ao imóvel;
Comprovante de residência atualizado.
Do responsável pelo imóvel:
RG;
CPF;
Certidão de nascimento ou casamento;
Comprovante de estado civil, caso tenha ocorrido alteração recente;
Telefone atualizado para contato.
Do cônjuge ou companheiro(a), quando houver:
RG;
CPF;
Certidão de nascimento ou casamento.
Para facilitar o cadastramento, os moradores devem deixar separados os seguintes documentos:
Do imóvel (se possuir):
Contrato de compra e venda, recibo, cessão de direitos ou outro documento de posse;
IPTU, cadastro imobiliário ou carnê;
Conta de água, energia elétrica ou outro comprovante vinculado ao imóvel;
Comprovante de residência atualizado.
Do responsável pelo imóvel:
RG;
CPF;
Certidão de nascimento ou casamento;
Comprovante de estado civil, caso tenha ocorrido alteração recente;
Telefone atualizado para contato.
Do cônjuge ou companheiro(a), quando houver:
RG;
CPF;
Certidão de nascimento ou casamento.
Além da documentação, será necessário informar:
Nome completo de todos os moradores da residência;
CPF dos moradores, se possuírem;
Tempo aproximado de moradia no imóvel;
Número do imóvel ou um ponto de referência.
A Prefeitura reforça que é obrigatória a presença de um representante maior de idade durante a visita. A ausência da documentação poderá atrasar o processo de cadastramento e, consequentemente, a regularização do imóvel.
A iniciativa representa mais um importante passo para garantir segurança jurídica às famílias, promover a organização urbana e ampliar o acesso aos direitos relacionados à propriedade dos imóveis.
Nome completo de todos os moradores da residência;
CPF dos moradores, se possuírem;
Tempo aproximado de moradia no imóvel;
Número do imóvel ou um ponto de referência.
A Prefeitura reforça que é obrigatória a presença de um representante maior de idade durante a visita. A ausência da documentação poderá atrasar o processo de cadastramento e, consequentemente, a regularização do imóvel.
A iniciativa representa mais um importante passo para garantir segurança jurídica às famílias, promover a organização urbana e ampliar o acesso aos direitos relacionados à propriedade dos imóveis.